Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
Nicolas Alves de Araújo (1°B)
Na literatura brasileira, Machado de Assis retratou a discriminação contra os deficientes em sua obra realista Memórias Posthumas de Brás Cubas, cujo protagonista se apaixonou por uma mulher “enrugada”, mas não se casou com ela por causa da deficiência dela. Hoje em dia, muitas pessoas com doenças neuropsiquiátricas sofrem de exclusão social. Por isso, o desafio do Brasil de incluir os autistas é baseado na desinformação e no preconceito. Além da falta de qualificação profissional educacional adequada. Primeiramente, a falta de informação sobre o autismo é um dos principais obstáculos para que essas pessoas se integrem à sociedade. Portanto, em alguns avanços no campo da ciência, pouco se sabe sobre essa doença, o que tem gerado um efeito sobre o assunto. Diante disso, o desconhecido causa medo, dificultando a inclusão dessas pessoas na sociedade, pois a falta de informação pode gerar preconceito e discriminação. Além disso, segundo dados da USP 2018, foi somente em 1993 que o autismo foi incluído na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde, o que confirmou a falta de compreensão do assunto. Portanto, é necessário estabelecer um mecanismo que visa informar as instituições sociais para que esses cidadãos possam se integrar a ela. Além disso, a falta de habilidades técnicas dos funcionários da escola também é um dos obstáculos para a educação e socialização das crianças com autismo. Segundo Aristóteles, o ser humano é uma espécie de existência social, e a vida social é essencial para que os indivíduos alcancem e busquem a felicidade. Nesse sentido, a participação de pessoas com transtornos do espectro do autismo é fundamental para manter o bem-estar social. Uma educação de qualidade que promova o desenvolvimento dessas pessoas pode minimizar o impacto da doença, capacitá-los e torná-los adultos sociáveis e integrados à comunidade. O desafio de integrar as pessoas com autismo à sociedade é bem conhecido, é necessário que o estado ofereça treinamentos, palestras e orientações sobre como lidar com os alunos com autismo por meio do mecanismo do Ministério da Educação que fornece qualificação profissional para sua participação. na sociedade Desenvolvimento e vida. Além disso, o Ministério da Educação deve realizar atividades de propaganda para permitir que o público entenda melhor esta doença desconhecida, e também deve formar alianças com instituições familiares para trazer valores como respeito e tolerância para minimizar os preconceitos existentes. E trazê-los para a esfera social.