Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
Não é doença, é desinformação.
Atualmente, estima-se que tenham dois milhões de pessoas com autismo no Brasil. O dado foi retirado do CCD (Center of Deseases Control and Prevention) e expõe que, pelo menos, 10% da população apresenta o transtorno, quando nem metade frequentam a escola. Neste cenário, é de suma importância o debate de inclusão escolar do autista.
A educação, apesar de direito legal, é um desafio ao cidadão autista. “A educação é um processo permanente de construção compartilhada de sentidos e conhecimentos” afirma a psicologa Isabel Rodrigues, neste contexto, o presidente da república, Jair Bolsonaro, assinou um decreto presidencial da politíca de separação dos alunos com deficiências, movimento radical que deixou internautas insatisfeitos por todo o país. Muito se debatou na internet sobre a inclusão do aluno especial após o pronunciamento do presidente; O aluno deve se adaptar a escola ou a escola ao aluno?
O autismo pode ser ocasionado por questões genéticas ou conturbações no processo de gestação e seus “sintomas” se dão em dificuldades de interação social e comunicação. Por isso, muitos apresentam dificuldade para estudar em salas de aula padrões com modelos pouco ou nada adaptados às suas necessidades, o que, claro, não os descalhificam da necessidade de interaçaõ interpessoal. Então, resta ao governo e orgãos da educação, descobrir como conciliar as dificuldades escolares com as necessidades intersociais.
Afim de, efetivamente, solucionar a problemática, o Mec (Ministério da Educação) deve implementar um projeto de inclusão vonluntário em escolas que organize salas de aulas distintas para os alunos portadores do transtorno, com professores devidamente capacitados, entretando realizando a interação obrigátoria entre alunos portadores ou não do transtorno fora das salas. Assim a interação social e o aprendizado serão devidamente conciliados, sem prejuízo ao estudante.