Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
Na teoria de Aristóteles, o ser humano é social, e o autismo é incompatível nesse conceito, apresentando defeitos na comunicação e na interação social, e sua principal característica é que o portador não consegue estabelecer relações com os outros. No Brasil, ainda se conhece muito pouco sobre essa síndrome, fato indiscutível, situação que se reflete no desrespeito ao governo e no preconceito sofrido pela sociedade autista.
Em um primeiro momento, o descaso do estado com a educação e formação do autista levou à falta de recursos de aprendizagem especializados nas escolas, além disso, para atender às necessidades especiais desses alunos, é imprescindível a formação de profissionais adequados. Além disso, o governo deve tomar medidas para verificar o cumprimento da Lei. Se uma escola não permite a inscrição da transportadora, este é um direito muito importante.
Nesse sentido, mesmo com um grande número de operadoras, a discriminação arraigada no pensamento brasileiro ainda é evidente. Em segundo lugar, autor Paulo Autran, todo preconceito é fruto da estupidez e da ignorância, e toda atividade cultural contra o preconceito é eficaz, mas todas essas mentalidades ainda não existem de forma permanente no ideário coletivo da sociedade brasileira.
Portanto, fica claro que o Brasil tem um impasse na aceitação de pessoas com autismo. Portanto, é necessário que o Estado brasileiro promova a melhoria do sistema nacional de ensino por meio de recursos e profissionais adequados, para que esse grupo possa gozar dos direitos civis. As escolas também devem respeitar a legislação e garantir que essas pessoas sejam incluídas. Outra forma é conscientizar, por meio de palestras, internet e televisão, e parcerias público-privadas para se opor a qualquer forma de preconceito, tornando o Brasil um país justo.