Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

“É urgente que se criem mecanismos de estímulo às autoridades no sentido de implementarem políticas de saúde pública para o tratamento e o diagnóstico do autismo e, também, de apoio às pesquisas na área”, alega o ex-senador Flávio Arns . No atual cenário do Brasil essa exclusão de pessoas autistas e falta de conhecimento sobre a símdrome ainda é algo comum e que precisa ser revertido.

Em primeiro plano é necessário dizer que o autismo é uma doença que afeta principalmente a comunicação e comportamento do indivíduo. Essa símdrome atinge certa de 2 milhões de brasileiros, sendo mais comum em crianças que o câncer, AIDS e o diabetes, e mesmo assim pessoas com essa característica são discrimidadas e excluídas socialmente, seja na escola ou em ambiente de trabalho.

Segundamente deve-se lembrar que o diagnóstico do autismo é impreciso dificultando o tratamento precoce, que seria o ideal para a redução dos sintomas. Foi apenas em 1993 que a síndrome foi adicionada à Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde. E essa demora causou ainda mais dificuldades para a inclusão e conhecimento sobre a doença.

Sendo assim, é necessário a realização de debates e campanhas para consientização da população, tanto para conhecer sobre a síndrome e facilitar o diagnóstico precoce quanto evitar a discriminação permitindo a inclusão dessas pessoas na nossa sociedade.