Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os requisitos o direito à educação e ao bem-estar social. Todavia, a relação da inclusão da pessoa com transtornos do espectro autista só demonstra que esse direito é escasso. Dessa maneira, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro. Nesse contexto, é possível identificar que a falta de políticas públicas e o preconceito gerado para esse problema.

A educação é um fatores primordiais para o desenvolvimento social de um indivíduo. Hodiernamente, o Brasil ocupa a décima segunda posição entre as economias mundiais mais ricas, no qual só nos leva a imaginar que o investimentos em políticas públicas na área da educação é elevado. No entanto, a realidade é a oposta. A falta de políticas públicas no setor da educação para a inclusão de pessoas autistas só aumentam a escala desse problema. Grande parte dos colégios, além de não ter infraestruturas exigentes, não há praticamente políticas de inserir esses requisitos no âmbito escolar.

Ainda vale salientear que o preconceito impulsiona esse objetivo para a inclusão dessas pessoas. De acordo com o autor Paulo Autran “Todo preconceito é fruto da burrice, da ignorância, e qualquer atividade cultural contra o preconceito é válido”, já reafirma o quão problemática é essa situação.

Portanto, medidas são necessárias para a solução desse empecilho. Dessa forma, o Ministério da Educação, junto com o Governo Federal, deve investir em infraestruturas nos cólegios, com um bom de inserir pessoas autistas no ambiente escolar. Dessa mandeira, o Brasil teria suporte para combater os desafios em relação a integração dessas pessoas.