Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
O autismo só foi “colocado no mapa “no final do século 20, quando foi registrada como uma doença. Apesar do avanço tecnológicos e dos estudos sobre a genética, esta doença ainda é dotada de mistérios, tanto sobre o seu desenvolvimento, quanto do tratamento. O Ministério da saúde falha em dar suporte às pessoas com autismo, apesar do Brasil ter aproximadamente 2 milhões e pessoas com esta doença, ainda são precárias as formas de cuidado e tratamento. A vida social da maioria dos brasileiros começa na escola e é dela que se deve dar os primeiros passos no tratamento de um autista. A inclusão social para as pessoas que dispõem da doença é um grande aliado no seu tratamento, mas, Infelizmente a doença ainda é vista com muito preconceito e se o portador da doença não se sentir acolhido, a doença pode se agravar, aumentando os sintomas. O autismo possui vários graus, e a medida que o grau aumenta os sintomas se agravam, para os casos mais graves, uma das poucas alternativas é o internamento no CAPS (centro de atenção psicossocial) . Apesar dos autistas serem vistos de maneira penosa e preconceituosa, muitas dessas pessoas são brilhantes no que fazem. Como é o caso do 2° Jogador de futebol eleito mais vezes melhor do mundo, Lionel Messi que foi diagnosticado com um leve grau de autismo. Assim como Messi, outros milhares de autistas possuem habilidades que não são aproveitadas, principalmente nas escolas que é o local onde começa o desenvolvimento dessas pessoas e que muitas vezes não são levadas a sério por causa da deficiência, o Ministério da educação deve se posicionar quanto a isso. Além das escolas e dos familiares agindo para a melhoria do indivíduo portador da doença, a falta de suporte dada pelo Governo brasileiro, as dificuldades do tratamento e inclusão social, aumentam ainda mais. Contudo, é de extrema importância que o ministério da educação invista mais em profissionais que possam lidar com pessoas autistas, principalmente professores das redes públicas, para que tenham a capacidade de dar uma qualidade de ensino melhor e mais eficaz. É necessário que o ministério da saúde invista em mais clínicas de reabilitação neurológica, para amenizar o impacto da doença sobre o portador, o governo deve investir também, em propagandas para alertar sobre a importância do tratamento da doença, e passar uma mensagem, mostrando a importância da inclusão social das pessoas autistas no seu tratamento. Dessa maneira, os obstáculos do tratamento do autismo no Brasil, será vencido.