Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Na curta-metragem “Fitas” da Disney e pixar de 2020, que retrata muito bem uma das dificuldades de uma pessoa com transtorno de espectro austista, TEA não verbal, interagindo com uma outra pessoa sem nenhum transtorno. Contudo, no Brasil, este contato é negligenciado, pois não tem políticas públicas suficientes para a inclusão destas pessoas na sociedade, além de, escolas mal preparadas em mate os estudos dos autistas. Desta forma, permitindo que, ao passar dos anos, este problema torna-se preocupante.

Diante deste contexto, é visível que não há políticas públicas suficientes para a introdução de pessoas com este transtorno no território, como por exemplo, a lei 9.061/2020 do estado do Pará e a Lei 13.977/20 assinada pelo presidente Jair Bolsonaro. Certamente, é bastante deplorável saber que existem poucas políticas a favor destas pessoas e de suas famílias, permitindo que ambas fiquem sem apoio do governo ou de qualquer órgão competente, além de, permitirem que este habitantes não consiga quebrar as barreiras que este distúrbio cria, como a incapacidade de comunicação e interação com outras pessoas, é fundamental para a sociedade. Desse modo, evidencia uma das negligências do país da falta de políticas públicas.

Ademais, é concreto que as escolas são mal preparadas em educar e desenvolver essas pessoas. Para o filósofo Aristóteles “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. Contudo, a educação brasileira não tem uma estrutura adequada para pessoas de TEA, em razão disso permitindo que esses jovens não interajam com os seus colegas de turma e professores, como consequência, esses autistas sejam excluídos quando tiver alguma atividade cooperativa por conta de seus bloqueios. Isso é prejudicial, pois sem o apoio da escola o trabalho de ensinar tudo cairá exclusivamente para os pais que desistem de tudo por seu filho, nesse sentido revela a falta de preparação das escolas em receber esse tipo de alunos.

Torna-se evidente, portanto, que, no Brasil, os desafios da inclusão de pessoas com autistas é negligenciado. Por razão disso, o Ministério da Mulher, da família, e dos direitos humanos criar e divulgar mais políticas públicas em favor dessas pessoas e de seus familiares, a fim de promover mais conhecimento e proteção a elas. Somando a isso, cabe ao Ministério da Educação a criação de um plano educacional para todas as escolas, públicas ou particulares, além de sua divulgação nas mídias sociais, a fim de promover uma maior interação entre os autistas e demais pessoas no meio escolar. Dessa maneira, estimula uma maior inclusão das pessoas de TEA na sociedade brasileira.