Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 29/09/2020

Os indivíduos que sofrem do transtorno do espectro autista enfrentam diversos tipos de discriminações, portanto uma simples convivência em sociedade têm se tornado um grande desafio e agregado ainda mais na exclusão de pessoas autistas no brasil. Prova disso, é o filme Uma Lição De Amor, tendo como protagonista um indivíduo autista que é acusado de não ter faculdades mentais normais para responsabilizar-se por sua filha. Como o autismo é abundantemente visto por maus olhos relatado no filme, ele tem sua filha tirada de sua tutela e para reconquistá-la enfrentará diversos obstáculos por conta de seu transtorno.

Em primeiro lugar, é visível que os mais de 70 milhões de autistas no mundo, com cerca de 2 milhões somente no brasil registrados pela ONU (Organização das Nações Unidas), enfrentam muitos desafios, como até mesmo no ato de ir à escola. Pois, a discriminações contra os cidadãos autistas ocorre desde o ponto em que escolas sejam elas públicas ou privadas relatam não ter estruturas para recebê-los, desta maneira contribuindo para que o número de pessoas com TEA que se tornem  analfabetas ou não concluam os estudos, sejam grandes.

Em segundo lugar, é perceptível que o alcance ao tratamento do transtorno do espectro autista é de difícil acesso, pois como o transtorno é visível logo na idade infantil, as possibilidades do indivíduo autista ter uma mentalidade melhor desenvolvida e incentivos para realizações de tarefas comuns (comer sozinho, escovar os dentes e se vestir), só pode ocorrer por meio do tratamento, porém que para boa parcela das famílias com pessoas autistas é oneroso.

Dessa forma, conclui-se que os desafios de inclusão de pessoas autistas no brasil é um problema que precisar ser sanado, portanto o Ministério da Educação em companhia ao Governo Federal deve por meio de uma reunião, impor a escolas que ao menos 25% das vagas de suas matriculas deverão ser direcionadas a alunos autistas,  que receberão ajuda à aparte de profissionais contratados pela escola, caso contrário terão de arcar com o pagamento de uma multa. Também, por uma pequena porcentagem retirada dos impostos recolhidos, investirão na compra de instituições que se tornarão centros de tratamentos públicos ao TEA, contendo diversos profissionais da área (médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos e pedagogia), assim fazendo com que a inclusão dos indivíduos portadores do autismo aumente de forma simultânea.