Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 01/07/2020

Na Grécia Antiga, pessoas nascidas com deficiência física ou mental, eram segregadas desde o nascimento e mortas logo adiante. No Brasil vigente essa analogia ocorre nos desafios da inclusão de pessoas com autismo no corpo social. Isso ocorre devido não só a discriminação no ensino educacional, mas, também, a exclusão nas políticas públicas no país.

Deve-se pontuar, de início, que consoante  a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito a educação e inclusão em ampla qualidade. Entretanto, os indivíduos autistas do país não tem total acessibilidade no ensino regular. Nas escolas vigente, a supressão de especializações específicas para a inclusão dos deficientes, faz com que ocorra a separação e o isolamento social do mesmo.

Além disso, vale ressaltar, que o autista não possui acesso total não só educacional, como também de políticas públicas. Essa exclusão, faz com que o indivíduo não tenha espaço para a alcançabilidade igual a todos os demais cidadãos possui, havendo a discriminação, o preconceito e a inexistência de haver maior possibilidade de ter uma vida normal, ter maior contato com mundo externo e com a sociedade.

Portanto, urge a necessidade de solução para tal impasse. Cabe, então, ao Ministério da Educação (MEC), juntamente com o Poder Judiciário, intensificarem as leis que garantem o acesso dos autistas em políticas públicas. Ademais, promoverem simpósios, palestras, para as escolas, docentes sobre a importância da inclusão desse aluno nas redes de ensino, logo, o MEC disponibilizar treinamentos aos professores para direcionarem a forma correta e mais eficiente para o convívio na sala de aula e aprendizagem. Para que dessa forma, diminua a segregação de pessoas com o autismo.