Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 11/10/2019
Embora se destaque como potência econômica mundial, o Brasil, ainda vivencia inúmeros impasses, que por sua vez encontram-se as dificuldades de inclusão dos autistas. À vista disso, percebe-se uma grande indignação com quem possui tal transtorno, causando ainda mais infelicidade e dificultando ainda mais sua comunicação, na qual é sua principal deficiência. Com isso, faz-se necessária a reformulação de alguns setores.
“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. Através desse trecho do poeta modernista brasileiro Carlos Drummond de Andrade, constata-se que a sociedade ao longo do seu desenvolvimento encontra obstáculos em sua caminhada. Diante disso, fazendo-se análogo ao atual cenário da população brasileira com os portadores do autismo, visto que casos de preconceito com esses são presenciados rotineiramente. Outrossim, verifica-se a necessidade de fins para esse empecilho.
Assim sendo, consoante dados da Associação Médica Americana (AMA), as chances de desenvolver autismo são 50% de nascença e 50% por fatores exógenos. Levando a crer, dessa forma, que com uma população preconceituosa com tal transtorno como a contemporânea, apenas irá agravar o cenário hodierno. Além disso, de acordo com a lei não se pode negar a inserção de um portador de autismo em alguma instituição. Desse modo, amparando-os de contratempos futuros.
Infere-se, portanto, que o problema mostra-se uma grande pedra a ser removida do caminho para o desenvolvimento. Nesse sentido, é imprescindível que os Ministérios da Defesa e Educação criem campanhas e leis mais severas, por meio de palestras nas escolas e maior punição aos infracionários. Dessa maneira, afastando antigos pensamentos infortúnios sobre os autistas, mostrando à sociedade sua devida importância. Assim, minimizando óbices da população e progredindo para um futuro com menos danos colaterais.