Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 03/09/2019

Durante o império militar espartano, caso o recém nascido, ou jovem apresentasse uma deficiência física ou mental, esse seria assassinado por seus pais, materializando o preconceito existente nessa sociedade com o “diferente”. No entanto, na contemporaneidade, a discriminação com o grupo supracitado, sobretudo os autistas, perdura. Portanto, é pertinente analisar os desafios para a inclusão dessa comunidade no Brasil, decorrente do desamparo governamental e social.

Primeiramente o Estado Brasileiro é negligente com a problemática do ensino público de qualidade. Essa afirmação é expressa pelos cortes de mais da metade da verba para o ensino superior, anunciada pelo Ministro da Educação em 2019. Portanto, a formação de profissionais da educação é comprometida,refletindo na falta de profissionais qualificados, cujos são vitais para o desenvolvimento de qualquer indivíduo.

Além disso, a má formação educacional contribui para a perpetuação de uma sociedade como a espartana, com raízes amargas no preconceito. Pois, apesar de existir um expressivo número e autistas no mundo, segundo a ONU, a incompreensão do transtorno comportamental é notório. Por exemplo, a OMS proibiu a comercialização de uma substância chamada, MMS, utilizada pelo pais de crianças autistas para “cura-los” da doença. No entanto, a solução é semelhante á água sanitária, prejudicando a saúde desses.

Por conseguinte é indiscutível, que o setor com transtorno do espectro autistas possui entraves para sua inclusão na sociedade mundialmente, em particular na brasileira. Esse cenário é eternizado devido o desdém do Estado, refletindo na comunidade do pais. Assim é prioritário uma intervenção, por isso  o poder executivo deve revogar o corte de verbas do MEC, realizado em 2019. Logo, esse subsidio deve ser destinado para a formação de profissionais qualificados nas Universidades públicas, que atuem no desenvolvimentos de cidadãos cientes da multiplicidade do mundo. Dessa forma a sociedade brasileira, se afastara da espartana.