Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 01/08/2019
O autismo é uma Transtorno conhecida como: Síndrome do Aspectro Autista (TEA). Este transtorno é bem conhecido por dificultar a comunicação e socialização das pessoas diagnosticadas. Ele altera entre os graus mais severos, moderados e leves. Por isso deve se criar mecanismos para um diagnóstico mais rápido.
Segundo o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, uma em cada cinquenta e nove (59) crianças, tem um tipo de autismo. Estudos mostram que os indivíduos do sexo masculino são quatro vezes mais atingidos, do que o sexo feminino. Existem três graus de Autismo; o severo que causa deficiência mental associada com autismo, estes indivíduos dificilmente conseguem ter uma vida social, não possuem linguagem verbal ou não verbal. O moderado, tem deficiência intelectual associada com autismo. Já o de grau leve, tem pouca dificuldade de se comunicar, não tem deficiência intelectual. Sendo assim estes motivos dificultam a inclusão dessas crianças nas escolas e na sociedade em geral.
O Globo Repórter mostrou no dia 19/06/2019, dois casos curiosos de adultos com grau severo de Autismo. Bruno de trinta anos, foi tratado desde do cinco anos, mas André também de trinta anos, nunca teve tratamento. Bruno hoje consegue até trabalhar, no entanto André vive acorrentado e tomando uma quantidade enorme de remédios. Os tratamentos conhecidos como eficazes para o autista são: Terapia Comportamental, o Psicológico, Fonoaudiólogo que vai ajudar a desenvolver a fala e o Psiquiátrico.
Por tanto, fica evidente que se a criança diagnosticada com TEA, for tratada logo no início da suspeita do transtorno, vai ter uma vida normal, com capacidade de aprender e até trabalhar. O autista precisa ser estimulado o tempo todo e o ser humano é o seu melhor estimulador. Para isso observa-se a necessidade de profissionais capacitados, tanto na área da educação, como na área da saúde. Com bom trabalho e respeito possam ter uma vida digna.