Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 29/06/2019
Desde a Revolução Francesa e o Iluminismo, entende-se que os ideais de igualdade e liberdade são fundamentais para uma sociedade justa e igualitária. Entretanto, quando se observa os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil, atualmente, verifica que esses ideais iluministas não estão sendo constatados na prática. Tal problemática persiste devido a falta de estrutura necessária para eles e o pouco apoio da sociedade.
Primeiramente, as instituições de ensino brasileiro, não têm equipamentos necessário para para incluir os autistas. Apesar de que a constituição cidadã de 1988 diz que todos cidadãos devem ter direito a educação, porém não é isso que está sendo pautado na prática. Para esses enturmar com os demais e poderem estudar, em primeiro plano precisam se sentirem confortáveis e com um aprendizado no ritmo deles, de modo que eles não veem o colégio como algo que lhe aprisionam e sim um espaço de oportunidades.
Por conseguinte, o preconceito da sociedade contra os autistas faz com que eles fiquem mais isolados, dificultando o agrupamento deles na comunidade. No filme “Meu nome é radio”, um garoto deficiente mental com o pseudônimo radio, ficava observando os treinos de futebol, até que um dia os jogadores agrediram-o. No entanto, quando o treinador Jones flagrou isso, puniu os agressores e começou a ajuda-lo, colocando ele nos treinos, passando um tempo ele virou o mascote do time e amado pela torcida. Fora da ficção, contemporaneamente é necessário o apoio da população para que o preconceito contra os especiais seja extinto, podendo assim inclui-los.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves na solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Cabe ao Ministério da Educação, por meio de verbas governamentais, a investir na educação comprando os instrumentos necessários, a fim dos autistas conseguirem se sentirem melhor e fazerem amigos e receber educação, na qual, no futuro renham mais oportunidades. Além disso, é mister que a população deve ajudar os deficientes mentais a se socializarem, chamando-os para sair e conversar, entre outras coisas. Só assim, com a escola remodelada os autistas poderão conseguir seus direitos e fazer parte da sociedade, e com a ajuda da população poderá surgir novos treinadores Jones, para ajuda-los.