Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 22/06/2019

No século XXI, a população mundial passa por mudanças. Tal ato, dentre tantos aspectos, inclui o conhecimento e inclusão de minorias, porém, é uma inverdade dizer que a ação está sendo totalmente contemplada por todos, visto que ainda existe preconceitos, como é o caso de indivíduos que possuem o espectro autista e de certo modo, coexistem à margem da sociedade.

Em primeiro lugar, cabe ressaltar que existe um desafio de inclusão dos autistas desde o laudo médico. A partir do momento que a família descobre, tentam cercar a criança em uma bolha social achando que deste modo irão protegê-la, ação errônea, visto que desse modo, as dificuldades de socialização e linguagem que já existem, tornar-se-ão maiores.

Não obstante, necessita-se a articulação de escolas, visto que usam o fato de não saberem muito sobre o espectro para negarem a permanência de pessoas com autismo em sala de aula. Tal ato é preocupante, pois não só demonstra que os direitos dos cidadãos ao estudo não estão sendo cumpridos, como faz que o autista fique ainda mais preso em seu mundo e no futuro, não consiga emprego, pois não possui escolaridade. Diante dos problemas acerca da inclusão de pessoas com autismo, necessita-se uma intervenção.

É necessário que o Ministério da Saúde e Cidadania trabalhem em conjunto, primeiro atendendo a família e a incentivando a integrar seu filho na sociedade através de projetos independentes e sociais, como o CORA – Centro de Otimização para Reabilitação do Autista. Após o feito, é necessário que o Estado acompanhe suas Secretarias para que projetos de inclusão na escola e incentivo através de formação de professores com cursos adicionais sejam realizados, tornando o professor apto para o cuidado de alunos com esse espectro. Desse modo, com uma sociedade que melhor conheça suas diferenças, a capacidade de todos poderá ser aproveitada e humanos, seja minorias ou não, viverão em conjunto em harmonia.