Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 02/06/2019
Com a criação de órgãos específicos para o auxilio do autismo, como a APAE, percebe-se que na sociedade ainda não se pode falar de inclusão. Há uma necessidade de inclusão dessas pessoas ainda na infância. Existe a segregação do cidadão autista na.
O despreparado na inclusão de um cidadão com TEA nega-o a uma qualidade de vida boa, pois ele não está preparado para a sociedade e os serviços que ela oferece, como mercados, bancos, etc. Portanto a participação da escola típica e da educação como pioneiros é indubitável, uma vez que essa amplia progressivamente chances do autista de lidar naturalmente com outras pessoas, possibilitando a ele interagir por meio da fala ou criar a sua própria maneira de se comunicar com outras pessoas.
A educação do portador do autismo no Brasil não é eficiente e ainda por cima tende a criar um apartheid social e isolar as crianças com síndrome em instituições especiais, pois de fato ela possibilita a evolui da criança, porém impossibilita o convivei. Por conseguinte, esse cidadão que fica na escola até uma da tarde, passa o resto dia em casa.
Portando existe a necessidade de investir no preparo dos profissionais da educação, afinal de contas um adulto com espectro autista um dia foi uma criança autista, com treinamentos, palestras e orientações sobre como proceder com alunos com esse transtorno. Além de projetos e atividades extraclasses, para que ele possa ter um maior convívio com outras pessoas. Ademais, cabe ao Estado, por meio do Ministério da Educação e Saúde realizar debates e campanhas de alerta, para conscientizar a população sobre o autismo e, com isso, evitar a discriminação.