Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 02/06/2019

Por muito tempo a sociedade, de maneira geral, não soube e ainda não sabe lidar com o nascimento de pessoas que eram consideradas diferentes das de mais. Na Grécia Antiga, os recém nascidos com alguma deficiência eram abandonados. O problema com a inclusão de deficientes, como o autismo, não é de hoje. É um desafio muito recorrente no Brasil, tanto na incorporação dessas pessoas na saúde e na educação.

Uma criança desde os 2 anos de idade já começa a dar sinais se possui o Transtorno do Espectro Autista (TEA), que facilmente é diagnosticada por um bom pediatra. Para seguir com o tratamento, muitas vezes é necessário o uso de remédios, acompanhamentos com profissionais especialistas, como os psicólogos, entre outros procedimentos para melhor atender as necessidades do paciente. Se os gregos tivessem consciência e condições desses fatores na época, muitas mortes poderiam ter sido evitadas.

Muitas escolas brasileiras não aceitam indivíduos com autismo por não possuírem infraestrutura necessária para atender essas pessoas. Para que essa inclusão aconteça, muitas vezes é necessário que haja um tutor especialmente para esse aluno, que geralmente possui necessidades diferentes dos outros.

Portanto, para que a inclusão de pessoas autistas no Brasil seja eficaz, é de extrema importância que o Governo Federal brasileiro faça investimentos na saúde para melhor atender os indivíduos, seja com remédios ou profissionais qualificados no tratamento da doença, e também na educação para a infraestrutura ser capaz de suprir as demandas a pessoa, com tutor, monitor, ou até mesmo mais professores em sala de aula para que o aprendizado seja igualitário para todos.