Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 02/06/2019

Aristóteles afirma que devemos tratar igualmente os iguais, desigualmente os desiguais de acordo com sua desigualdade, do mesmo modo, a inclusão de pessoas com autismo na sociedade não vem fazendo referência com tal afirmativa aristotélica, encontrando assim, diversos paradigmas que devem ser quebrados para que venham existir uma sociedade coesa para todos.

Com a existência do iluminismo, o que veio antes dele foi considerado o período das trevas, onde pode ser lembrado o fato de pessoas que nasciam com uma anormalidade intelectual e física eram considerados amaldiçoados, posteriormente através de muitos estudos científicos chegaram o porque da ocorrência de cada síndrome, entre elas, o autismo. Entretanto, atualmente observa-se um limite e a falta de conhecimento acompanhado do medo, a maioria das vezes partindo dos próprios responsáveis em coloca-lós em convívio social.

Por outro lado, entende-se o motivo de tal repreensão, a sociedade vem se ligando cada vez mais a um individualismo muito intenso, por consequência, o processo de inclui-lós sofre. Todavia, há uma precisão deste ato de enquadramento, para obter melhoria tanto na qualidade de vida dos autistas quanto no reconhecimento que o país terá por proporcionar medidas que facilitam o ser social, incluindo-os desde o período maternal ao adulto.

Dessa maneira medidas devem ser tomadas, o processo de socialização de qualquer cidadão começa no seu instituto de ensino, vendo isso, a PNE colocar como obrigatoriedade profissionais altamente qualificados e preparados para o aprendizado de alunos dentro e fora da normalidade, projetos artísticos como, música, dança, pintura ser algo obrigatório em qualquer ambiente de ensino. Também,  órgãos públicos como o da saúde se portar com o tal, assim como fazem com a criação de campanhas e projetos contra dengue, aids, saúde da mulher e etc. Seriam os primeiros passos para a obtenção de uma sociedade mais coesa aos autistas.