Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 01/06/2019

O autismo é uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação, e no comportamento do indivíduo diante à sociedade. Essa doença é mais comum em crianças, e não está sendo inclusa de maneira social nas políticas publicas. Por isso, deve-se questionar e falar mais sobre o assunto para que a sociedade em geral valorize, inclua e dá atenção necessária à essas pessoas.

Em consequência disso, segundo a ONU- Organização das Nações Unidas, existem mais de 70 milhões de pessoas com autismo. E junto a esse alto índice, a discriminação também vêm aumentando, muitos lugares públicos como escolas, saúde, comunidade, ainda não aceita pessoas com essa síndrome. Assim, deixando esses indivíduos se sentirem ainda mais exclusos do meio social.

Observa-se também, que muitos dos autistas começam o tratamento tardia com 8 a 9 anos de idade, e o correto é se iniciar com 2 a 3 anos. Desse modo, faz com  que haja vários níveis de autismo o mais controlado até o avançado, e assim o jeito de lidar com cada um varia. Apesar de que cada autista tem um modo e precisa de tratamento diferenciado, todos certamente necessitam de atenção, de inclusão na sociedade e os direitos iguais de cidadão.

Portanto, o autismo não tem cura, o seu tratamento deve ser multidisciplinar, visando que o indivíduo realize tarefas sozinho como vestir, escovar os dentes e comer. Esse procedimento, deve ser feito por médicos, psicólogos e pedagogos, mas também sempre de acordo com o grau de dificuldade de cada criança. Pois quando as intervenções são feitas precocemente, há boa chance de melhorar nos sinais do autismo.