Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 01/06/2019

A declaração universal dos direitos humanos de 1998, defende os direitos entre povos da mesma nação. Conquanto, o cenário brasileiro atual segue mostrando contrariedade sobre o autismo no Brasil. Nessa perspectiva, é notório os revés que o contornam, em virtude disso, no dia 2 de abril foi instituído pela ONU em 2008 como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. O autismo é uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação, além de influenciar também no comportamento do indivíduo.

Hodiernalmente, se faz necessário toda atenção voltada para as pessoas que tem autismo. Nesse contexto, o filósofo Sócrates diz: “Se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar”. Desse modo, têm-se como consequência a injustiça e a insegurança no que rege ao autismo no Brasil.

Além disso,  o autismo tem um número relativamente grande de incidência, foi apenas em 1993 que a síndrome foi adicionada à Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde. Em virtude disso, há como consequência a falta de ética em uma sociedade que só enxerga e protege o seu próprio ego. Essa liquidez influi sobre a questão do autismo no Brasil sendo assim um empecilho para a resolução.

Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Nesse sentido, é necessário que o ministério de saúde, por meio do poder executivo, implemente medidas mais severas que assegurem a situação como: clínicas públicas para pessoas autistas, tratamento bem delicado, entre muitas coisas possíveis. Espera-se com isso garantir não somente a liberdade de direitos como a manutenção da democracia no Brasil.