Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 02/06/2019

Educar da melhor forma

Segundo o filósofo grego Heráclito, apenas a mudança é permanente. Procedendo desse pensamento, nota-se que as condições em que a parte da população autista vive em relação aos estudos na sociedade melhoraram ao longo dos anos. O problema é que a inclusão delas nas instituições escolares ainda  sofre grandes dificuldades nos dias de hoje.

É importante ressaltar que o preconceito e a falta de oportunidade só foi otimizado depois do ano de 2000, com o aumento de entidades fundadas para atender somente autistas, segundo dados do IBGE. Todavia, pessoas veem tendo muito pouco contato com aqueles que mais precisam se comunicar, prejudicando a melhoria da síndrome. Logo, é de grande urgência que seja tomada medidas para que amenizem essa exclusão social em níveis educativos.

Além disso, as escolas, mesmo “abrindo portas” para alunos assistidos, não possuem base nem sequer especialistas em lidar com o cotidiano dessas crianças, que se encontram entre 6 a 18 anos em maior número estatístico. Com isso, é de fundamental necessidade que haja a integração de métodos específicos de aprendizagem e de autoconhecimento profissional nos de mais institutos.

Desse modo, fica evidente que crianças autistas e seus obstáculos sociais devem ser resolvidos. Para que isso ocorra o MEC, por meios de ofertas de palestras e seminários, oriente os alunos e funcionários em geral das escolas modos de alcançarem o senso comum e as formas adequadas de tratar e educar pessoas com Trastorno de Espectro Autista. Somente assim, a partir do investimento na educação consciente, a mudança descrita por Heráclito será de realidade.