Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 02/06/2019
O Darwinismo Social afirmava que as raças intelectualmente avançadas eram superiores as menos desenvolvidas.Seguindo a mesma premissa,Hitler fez um massacre a todas as pessoas que ele considera um mau para o mundo, essas pessoas eram negros,judeus,homossexuais, e qualquer portadores de doenças desconhecidas da época como as doenças mentais e síndromes.
A Inclusão dessas pessoas na sociedade ainda hoje, enfrenta dificuldades e problemas a se combater.Um dos casos, que há problemas de inclusão é dos cidadãos que possuem autismo que e uma síndrome que afeta a interação social.Esse transtorno afeta principalmente as crianças, e incluir elas nas escolas e politicas publicas é muito difícil,pois há muito preconceito na população que não tem conhecimento adequado sobre respectivo assunto, outras dificuldades presentes são a falta de equipamentos e infraestrutura para receber essas crianças.
A sociedade precisa de muitas mudanças para adequar todos cidadãos que necessitam de algum apoio especial.No caso do altista, ele consegue criar relações de convivência e comunicação com o tratamento adequado e viver normalmente em grupos sociais, mas para esse acontecimento e imprescindível a necessidade de alterações em nosso meio.
Portanto urge a necessidade de uma solução para tal problemática,Kant em seu objeto de estudo afirmava que o homem é aquilo que a educação faz dele,diante disso a necessidade de incluir as crianças portadoras desse transtorno nas escolas deve ser prioridade, para criar bons adultos.No entanto para receber essas crianças na escolas e de supra importância que o Ministério da Educação invistam em infraestrutura e equipamentos que possibilita melhor adaptação, deve investir também em pesquisas e tecnologias para que possa ampliar o tratamento e ter maior conhecimento sobre tal transtorno. A população deve se conscientizar sobre o assunto pois é de supra importância o conhecimento para que não gere preconceitos e se torne cada dia mais normal essas pessoas vivendo em grupos sociais, o Ministério da Saúde deve também criar campanhas estimulando o tratamento e disponibilizando terapias e apoios profissionais para a população mais pobre.