Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 30/05/2019

É notório a carência à valorização e atenção com as pessoas que têm autismo, de modo que as quais sofrem coerção e sanção de uma parcela da sociedade brasileira por serem diferente. Desse forma, esse esteriótipo, infelizmente, dificulta a inclusão desses indivíduos às escolas e atividades sociais, de maneira que são menosprezados por apresentarem alguns déficits e tachados de “anormais”. Logo, é fundamental a criação de uma medida para intervir contra esse impasse.

A priori, na série Atypical relata a vida de Sam que é um garoto autista que procura ter uma vida normal como dos outros jovens, no entanto, sofre por apelidos ofensivos dos estudantes da sua escola. Fora do fictício, percebe-se esse semelhante preconceito com pessoas que são portadoras desse déficit, principalmente,  em colégios, locais de trabalho e esportes, de forma que são rotulados por palavras que os insultam. Sendo assim, um dos desafios da inclusão dessa fração da sociedade é fruto da falta de respeito por meliantes que se acham no direito de realizarem essa atitude e excluírem esses indivíduos de participarem de atividades acadêmicas e desportos.

Outrossim, no livro “o cérebro autista” de Templi Grandin é retratado a vida de uma pessoa autista, na qual, mostra as dificuldades de aceitação delas à sociedade, pois julgam-as por não adentrarem aos parâmetros que impõem a elas. Fora da literatura, é fato que indivíduos com essa deficiência sofrem coerção do meio no qual está inserido, e consoante Émile Durkheim que explica os fatos sociais diz que o que for diferente dos padrões predominantes de certo grupo estará suscetível a sofrer sanção. Logo, de acordo o sociólogo o que impede de os portadores de autismo incluírem-se no Brasil é resultado de serem oprimidos por não encaixarem aos paradigmas que resistem contra eles.

É perceptível, portanto, que a coerção e a falta de respeito com a pessoa que tem autismo é o empecilho à sua inclusão no Brasil. Logo, a fim de punir quem desrespeite esses indivíduos, cabe à Polícia Federal está disponível para oferecer um atendimento de denúncias aos deficientes autistas por meio da internet e telefone para poderem acusar os criminosos e que os agentes possam infligir nesses viés, a fito de proteger e preservar a imagem dessas vítimas para que esses opressores entendam que têm de aceitar a inserção de todos à sociedade brasileira. Dessa forma, terá um país que todos serão tratados da mesma maneira.