Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 31/05/2019
Cidade extremamente militarizada, assim era a Pólis Esparta, na Grécia antiga, em decorrencia disso, os militares matavam os bebês que casciam com alguma deficiência. Mesmo passado-se mais de 2000 anos, no Brasil, a exclusão de indivíduo incapaz, indesejavelmente, ainda prevalece, fato comprovado ao observar à existência de barreiras dificultando a inclusão na sociedade de pessoas com autismo. Nesse sentido, faz-se necessário analizarmos os principais desafios encontrado por esta minoria.
Indubitável, que o não cumprimento da lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, mecanismo legal garantidor dos direitos dos autistas, por parte estatal, apresente-se como um desafio. De acordo com Habermas, “incluir não é só trazer para perto, mas também cuidar e crescer junto com o outro.” Seguindo esse pensamento filosófico alemão, o Estado deve criar leis promovedoras da inclusão de minorias, mas em consonância efetivalas na prática. Contudo, a realidade é oposta a tal filosofia, dessa forma, é inaceitável a continuação desta postura negligente da União, numa república dita como democrática. Nesse sentido, urge, portanto, a necessidade de dissolver esta problemática para o bem da nação brasileira.
Outrossim, destaca-se como outro desafio, o desconhecimento por parte da sociedade brasileira sobre o papel social de pessoas com autismo. Desse modo, as vítimas dessa síndrome, são tratadas de maneira despresível, partindo de seres humanos inconscientes, ações que impede-os de participarem ativamente das atividades de vossa comunidade onde vivem, em razão de apresentarem limitações nos aspectos comunicativos e corpotamentais. Nesse sentido, é retrógredo para o Brasil a falta de conciencia da sua população, no que diz respeito à relevância do tecido popular autista. Convém, mitigar está conjuntura a fim com que o progresso alcance todo território nacional.
É evidente, portanto, que medidas são necessária para resolução deste impasse. Destarte, as ONGs de defesa de pessoas autistas, devem promover campanhas publicitárias, ministradas por sociólogos, em rádio, televisão e nas redes sociais, mostrando à população brasileira que o ser autista é importante na sociedade, e pode exercer diversos serviços, desde que, suas limitações estejam sendo respeitadas na comunidade, seja na realização de tarefas manuais ou intelectuais. Dessa forma, o tecido social terá informações afins, e saberá como incluir nas incumbências diárias, seres humanos com autismo, a fim de que todo o conjunto de habitantes se desprendam de certos tabus e os indivíduos incapazes não vivam a realidade vivenciada pelos bebês espartanos.