Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 02/06/2019

Em 2012 foi sancionada a lei nº 12.7764, que garante os direitos das pessoas que sofrem de Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto em meio a esse contexto, percebe-se que muitas pessoas não sabem sobre o assunto ou até mesmo como identificar os primeiros sinais do transtorno, pois a falta de informações e orientação ainda é grande e com isso se agrava o preconceito diante a esse fato.

Em uma primeira análise, é possível notar que não se encontra-se muitas informações a respeito do TEA, o que faz pensar que a pessoas portadora se encaixa em várias categorias de deficiência. Mas além disso até para a medicina ainda é uma incógnita sobre sua origem genética, o que acaba gerando um diagnostico tardio, sendo tratado apenas na fase adulta. desta forma a falta de orientação para com os pais logo no início dos primeiro sinais, acaba gerando uma barreira de bloqueio para o convívio em sociedade para o portador do transtorno, pois assim como os pais a sociedade não sabe como lidar com esse fato.

Diante o que foi exposto anteriormente, tem-se junto a falta de informação o preconceito, pois é do ser humano ser indiferente com o que não se tem conhecimento. Nesse sentido um exemplo de preconceito para com o TEA é na vida escolar, pois por falta de preparo de muito profissionais não sabem como orientar os estudos a criança, os alunos não sabem respeitar o mundo individual, assim como tem pais que questionam lideres escolares sobre a presença de uma criança portadora do TEA junto ao seu filho; inclusive se tem a duvida   da capacidade de desenvolvimento em trabalho em grupo o que o mercado de trabalho impõe.

Infere-se, portanto, que a falta de informações é o maior obstáculo para essa problemática, mas que pode ser minimizado com a ajuda do Ministério da Saúde disponibilizando recursos para um maior entendimento aos médicos e incluir palestras gratuitas, principalmente para gestantes durante o pré- natal, assim como o Ministério da Educação integra aos professores curso com psicólogos para saber como lidar com a criança com TEA. Desta forma orienta os profissionais como dispor de uma vida em sociedade normal para o portador do transtorno.