Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 28/05/2019
A Constituição brasileira denota direitos medulares à sua nação, abrangendo todas as classes sociais sem distinção, garantindo educação, saúde, segurança e outros. No entanto, há um deficit na aplicação dessas medidas, que dentre outras, infere na assistências aos portadores de autismo em todos os âmbitos, levando-os à marginalização. Dessa forma tal revés manifesta a ausência de políticas públicas especializadas acrescido pela mitificação preconceituosa da sociedade culminando para a exclusão desse grupo.
Como primeira constatação, vê-se que os problemas envolvendo a socialização de autistas não apenas existem como também não são atenuados, sendo então indispensável ir em busca das causas dessa questão. Logo, de maneira mais explícita emerge a desassistência governamental, visto que esse público necessita de acompanhamento especializado de acordo com cada espectro da doença e tal assistência não é ofertada, de forma eficaz, pelo governo. Além disso, a inserção dessas pessoas no convívio escolar é outro desafio na vida dos familiares, mesmo com a Lei 12.764 que assegura todos os direitos como o acesso a educação e saúde espacializados, porém não foram criadas condições efetivas para a implementação dessa medida, prejudicado assim, o evolução social dessas pessoas.
Outro ponto que requer atenção, é a incompreensão social acerca desse trastorno, o que infere de maneira negativa na tentativa de inclusão dos afetados. Isso é consequência da desinformação, pois pouco é veiculado nas mídias televisivas ou no meio escolar, entres as crianças e jovens, informações comportamentais dos autistas, alimentando dessa forma, uma “repulsa” à pessoas com transtornos neuropsicológicos o que dificulta ainda mais o interação entre os autistas e demais indivíduos. De acordo com Epicteto “só a educação liberta” assim o único caminho para a desmitificação desse ínterim é a disseminação das verdadeiras informações do relacionadas ao autismo.
Nessa conjuntura, portanto com a finalidade de modificar este cenário segregador, o Ministério da educação deve requalificar o Plano de Educação Individualizado inserindo mais monitores qualificados para auxiliar os autistas nas escola, em todos os níveis educacionais, além de criar novas estrategias pedagógicas que facilite o aprendizado e a rotina em grupo entre autistas e não autistas. Assim como também o Ministério da Saúde deve ampliar o quadro de médicos psiquiatras, pediatras e psicólogos para acompanhar de forma efetiva o devolvimento social dessas pessoas, para então atender e tratar de forma efetivas como regi a Constituição.