Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 28/05/2019

Todos são especiais

Ao nascer, um bebê geralmente traz felicidade à família que o recebe, gerando uma revira-volta na vida de sua mãe e de seu pai, principalmente. No entanto, quando acontece de um criança nascer necessitando de cuidados especial - no caso, o autismo. - o despreparo dos pais para lidar com a doença e com a inserção da criança na sociedade acaba por tornar tudo mais difícil para o próprio autista.

Primeiramente, o núcleo inicial em que o indivíduo é inserido é o da família, o qual, de certa forma, é o mais harmonioso de todos. O problema surge quando já é idade de ir à escola, e a sociedade não está preparada para recebê-lo. O “bullying”, a exclusão e o despreparo dos professores são os principais fatores que tornam a escola um lugar dificultoso para quem tem autismo.

Logo, apesar de não ter cura, o autismo tem tratamento. Entretanto, mesmo com um atestado de que foi consideravelmente reduzido por meio de terapias a aceitação no mercado de trabalho ainda é muito baixa, comumente deixando o indivíduo autista muito tempo dependente de seus pais mesmo em sua vida adulta.

Por fim, o filósofo Aristóteles dissera certa vez: “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. Ou seja, é certo pensar que, o governo, juntamente com a escola devem instruir seus professores como lecionar para criação com necessidades especiais, além de disponibilizar um empregado devidamente formado para complementar na ajuda, adaptando alguns assuntos e auxiliando, de certa forma, no tratamento da criança. Além disso, é dever do governo direcionar os cidadãos autistas para cursos técnicos, disponibilizando vagas em empregos de suas áreas de especialização. Só assim, portanto, é que se conseguirá tratar os autistas não apenas como pessoas especiais, mas também como cidadãos normais que fazem parte da sociedade.