Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 27/05/2019

O autismo se define sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no uso da imaginação. Um estudo divulgado pelo CDC (Center of Deseases Control and Prevention), órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, revela que uma criança a cada cem nasce com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Os dados mostra que há um aumento no número de casos no mundo todo,com isso, estima-se que no Brasil existem dois milhões de autista, o que torna mais grave é o preconceito, a falta de tratamentos adequados nos postos de saúde e educação a essas pessoas.

Em primeira análise, eles tem uma grande dificuldade social, ou seja, não gostam de se interagir com a população,já que em algumas escolas não os aceitam,logo vários pais colocam em escolas especiais ou nem levam para o colégio, porque não estão tendo a inclusão dessas criança nestes locais, ora é o preconceito que excluem eles ora é porque não tem um tutor para acompanhá-los dentro do instituto.

Em segunda análise, as pessoas que tem uma condição financeira mais precária não possui uma situação para pagarem o tratamento, portanto vão para a rede pública, porém dispõem de um procedimento ruim, um processo mais superficial e não por completo,e acabam não ajudando tanto quanto precisavam. Com isso, há varias garotos que crescem sem que tenham feito alguma abordagem a fim de minimizar os danos da TEA.

Por conseguinte, os Ministérios da Educação e da Saúde deveriam cumprir-se fazendo debates e campanhas, para conscientizar a população sobre o autismo,tendo na educação tutores para eles e na saúde o tratamento por completo gerando as famílias instáveis uma criança com menores os danos da doença, logo, diminuindo a discriminação das pessoas com o transtorno e permitir o convívio deles na sociedade e exerça a cidadania.