Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 27/05/2019
A exclusão do diferente
Durante toda a história, sempre teve os grupos que eram segregados, aqueles nos quais sempre estavam distantes da maioria. E ao observar o cenário político atual da nação brasileira, é de fácil compreensão, notar a permanência desses grupos - como por exemplo - na dificuldade de inclusão de pessoas autistas no âmbito social.
Em uma primeira instância, é importante destacar que, em função de poucas políticas públicas serem desenvolvidas com o intuito aos autistas, acaba por gerar, de certo modo, um distanciamento dos mesmos ao ciclo social. Assim, ao não ser possibilitado ações e programas de auxílio para aqueles com o transtorno, passa-se a comprometer e tardar as habilidades que poderiam já terem sido prosperadas.
Por conseguinte, presencia-se, a escassez de escolas bem preparadas com especialistas que compreendem o espectro autista. A união entre a esfera escolar e a família se torna de extrema importância, pois ao haver essa parceria a sociedade irá assimilar um melhor entendimento sobre o desconhecido, e haverá uma maior evolução de autistas no ambiente acadêmico.
Em razão da ausência de alicerces, os familiares se encontram em quase solidão, por terem que enfrentar uma doença sem terem o suporte necessário. Deste modo, para assegurar a inclusão social, deve-se serem criados programas para as escolas, com o intuito de promover interatividades, que levem as crianças desde cedo a terem discernimento da importância de valorizar quem é diferente. Ademais, a partir de impostos, deve-se serem contratados psicólogos e outros profissionais, que auxiliem os professores para uma melhor abordagem de ensino, e de desenvolvimento com a interação social.