Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 25/05/2019
Durante a civilização Grega,os espartanos que nascessem com alguma necessidade especial era considerado incapaz, o que os levavam-os ao sacrifício. Mesmo com o lapso histórico-temporal, é perceptível ainda um preconceito enraizado sobre os autistas, que os impossibilitam de gozar seus direitos em sua plenitude. Nessa perspectiva, é importante uma análise do tema, e os motivos que tornam essa inclusão retrógrado em pleno século XXI.
Segundo Aristóteles, o homem é um ser social. Sobretudo, à integração dos portadores de autismo na sociedade Brasileira é essencial para um País em desenvolvimento. Com à criação da lei ‘‘Berenice Piana’’, todos os autistas tem os mesmos direitos que um deficiente, sem distinção do grau que o portador possui. Porém, ainda há muito o que ser feito para que haja eficácia no regulamento, já que, muitos deles ainda sofrem opressões em ambientes como à escola, por causa de seu comportamento imperativo acaba sendo visto como inapto. Como acontece na série ‘‘The Good Doctor’’,que retrata sobre um médico portador do (TEA) e suas dificuldades na sua formação, e que tenta provar sua capacidade a seus colegas e superiores.
Além disso, só no Brasil a mais de 2 milhões de autistas, o que evidência um aumento a cada ano. Em resultado, é imperioso ressaltar à falta de políticas públicas para materiais escolares e acessórias em assistência ao portador, que de fato precisa de cuidados especiais em comparação a outras pessoas consideradas normais.
Dessarte, é imperioso que o Estado formule ações afirmativas para que insira os portadores de autismo em meio social. Logo, urge que o Governo Estadual juntamente com às instituições de ensino, seja ela pública ou privada, insira profissionais especializados em lidar com esse transtorno nas salas de aulas, com intuito de dar maior assistência para esses necessitados. Só assim, desenvolvendo o seu conhecimento e promovendo à igualdade social que Aristóteles considerava.