Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 03/06/2019
Nem todo seres humanos se comportam iguais, porém aqueles que apresentam uma pequena distinção entre eles são consideradas especiais, como é o caso das crianças que nascem com a síndrome do autismo. Para tanto, essas criaturas muitas delas sofrem rejeições pelos próprios pais ou até mesmo da grande parte da sociedade, pelo fato deles terem pensamentos e ações diferentes quanto aos demais. Por consequência disso, ao referir-se com desigualdade impossibilita muito o bom desenvolvimento no crescimento do ser, a ponto de gerar preconceito no âmbito social. Portanto, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.
A priori, é imperioso destacar que lidar com crianças especiais requer mais atenção do cuidadoso. De acordo com a novela, Por Amor da rede Tv Globo, escrita por Manoel Carlos, abordou num dos fechos mais importante da cena sobre a criação de uma criança com síndrome de down, a mensagem mostrou o quão é possível socializar esse ser humano com outras pessoas, que não contém o sintomas; o enredo enfatiza o perfil dos pais de como eles devem se comportar mediante a essa situação; Também mostra o resultado promissor exposta na educação, em relação o caso; Mediante isso, nesse trecho específico, a história passou-se a ser real e ao mesmo tempo moral, disciplinando a muito a quem estavam assistindo; portanto, finalizou-se, que se pode construir uma vida normal apesar de ser taxado como socialmente indiferente. Vale ressaltar-se, que o síndrome de down não é igual a síndrome do autismo, portanto o tratamento de ambos podem ser aplicados pela mesma proporção.
Outrossim, é imperativo pontuar que os responsáveis pelo indivíduo veem a síndrome como uma doença incurável desviando assim a responsabilidade, por uma ideologia falsa. Muito dessas pessoas não estão preparadas para se doar ao novo ser. Então, as crianças especiais sofrem muito mais, pelo fato de não ter aprendido conviver com outros que não tem a mesma aparência. Diante disso, alguns autistas são comparados como loucos e ignorados pela maioria da sociedade, por causa do desleixos dos pais ao não saberem educarem.
Depreende-se, portanto, que medidas devem ser efetivadas a fim de mitigar essa problemática. É o dever e a obrigatoriedade do prefeito de cada cidade se posicionarem com os agentes de saúdes para realizar cadastros beneficentes as pessoas que têm os filhos autistas; na operação de oferecer um cuidado exclusivo aos pais ou cuidador responsável, para que eles possam se comprometer em participar das palestras promovida pelos agentes acompanhado de psicólogo, no intuito de ensinar a esses indivíduos que existem formas de educar as crianças especiais conforme a educação básica que lhe convém. Desse modo o projeto ensinará os responsáveis a serem “alicerce de sua casa”.