Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 02/06/2019
Consoante à Declaração Universal dos Direitos Humanos_ promulgada pela Organização das Nações Unidas, ONU, em 1948_ todo ser humano possui o direito à igualdade. Todavia, no atual cenário brasileiro, é indubitável a dificuldade de garantir tal pressuposto para pessoas autistas. Logo, a permanência dos impasses de inclusão de pessoas com o problema, seja por negligência das instituições de ensino, seja por falta de conhecimento da doença, ainda causam deficit na soiedade como um todo.
Convém mencionar, a princípio, que as instituições de ensino, em geral, oferecem apoio para o firmamento da educação. Entretanto, indivíduos autistas, muitas vezes, sofrem com as dificuldades, como a comunicativa, ao adentrar nas escolas, pois essas, geralmente, não possuem pessoas para auxíliar os docentes no processo de ensino do aluno com o problema. Tal aparato acompanha o devenvolvimento disciplinar e educacional do jovem com a doença, e a falta disso dificulta o processo inclusivo do grupo em meio educacional. Com tudo, é notório que , infelizmente, há a permanência dos impasses ao garantir a equalidade para todos os estudantes em meio a realidade dos colégios brasileiros.
Em segunda análise, vale ressaltar que pessoas autistas possuem dificuldades de envolvimento social e, ademais, em adquirir habilidades comunicativas. Tangente a realidade brasileira, casos de violênia contra o grupo, devido a esses aspectos, tornaram-se recorrentes. Segundo o G1, agressões sobre o grupo por profissionais da saúde aumentaram significativamente. O fato mostra que o despreparo e desconhecimento da doença, em relaçao àqueles que auxíliam o conjunto com o deficit, corroboram para a manutenção do problema e, consequentemente, nos impasses de inclusão desses na sociedade. Logo, urge a necessidade de medidas com a finalidade de amenizar o problema.
Portanto, haja visto o apresentado, medidas são necessárias. E para tal, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Saúde, devem oferecer qualificação extracurricular destinada à profissionais responsáveis em auxíliar pessoas autistas. Por meio de palestras e cursos, sem fins lucrativos, em escolas. Esses, serão ministradas por psicólogos sobre as dificuldades enfrentadas pelo grupo e, além disso, formas de integração social desses. A fim de reduzir os desafios da inclusão. E, com isso, a equalidade social estará mais próxima.