Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 22/03/2019

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa ’’ Os desafios da inclusão de pessoas com autismo, no Brasil “. Hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria, e não como desejado na prática, e a problemática persiste profundamente ligada à realidade do país. Nesse sentido, convém analisar as principais  consequências de tal postura negligente para sociedade.

Em uma primeira análise, de maneira congênere, é possível perceber, que no Brasil, a inclusão dos índices de pessoas com autismo exige tempo, trabalho coordenado e planejamento. O índice de inclusão dos autistas no Estados Unidos, foi o que mais cresceu no mundo. Assim sendo, o Estados Unidos, foi o país que mais investiu tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como políticas de inclusão social por meio dos esportes, oportunidades no mercado de trabalho e implantações políticas de saúde pública para o tratamento e diagnostico do autismo.

Idem, destaca-se o desleixo do governo brasileiro em relação ao autismo como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade e coletividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que de acordo com pesquisas da ( ONU ) de 2017, a síndrome atinge quase 70 milhões de pessoas, cerca de 2 milhões delas tá, no Brasil, onde na maioria das vezes não recebem o tratamento e acompanhamento adequado. O governo deve intensificar seu investimento e sua atenção para que possamos ter um país igual e justo para todos.

É notório, portanto, que ainda há limitações para garantir a solidificação de políticos que vistem a construção de um mundo melhor. Destarte, o Ministério dos Direitos Humanos conjugue com o ministério da saúde deve investir em políticas como a do Estados unidos, que é investir tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como políticas de inclusão por meio do esporte, oportunidade frequentes de emprego  e implementações políticas de saúde pública para o tratamento e diagnóstico do autismo.