Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 19/03/2019

Inclusão de pessoas com autismo na sociedade!

Sabe-se que o autismo acompanha cerca de 1% da população mundial, ou seja, aproximadamente 70 milhões de pessoas no planeta são diagnósticadas com autismo. Independente da severidade do quadro, a inclusão é a única forma de tirar as pessoas com qualquer deficiência da invisibilidade e promover uma sociedade, de fato, igual.

Primeiramente, entender como funciona essa síndrome é um bom passo para a inclusão de maneira correta. Biologicamente falando, o autismo afeta alguns sentidos humanos de duas formas: ou o sentido fica extremamente aguçado, ou ele falha fortemente. Outra explicação plausível é que por exemplo; uma criança de baixa idade que não nasceu com tal transtorno, conforme ela vai crescendo, uma linha de conhecimentos gerais é feita a caneta no cérebro. Já na criança com autismo, essa linha é feita a lápis, na qual se não for reforçada varias vezes, ela é apagada facilmente.

Incluir é adequar o ambiente à todos, eliminando as barreiras físicas e principalmente atitudinais. No caso de TEA (transtorno do espectro autista) seria ajustar o ambiente e os equipamentos em que o autista frequenta, as suas reais necessidades, para que haja interação de maneira integral.

Agora o que seria a “inclusão de maneira correta”? E o que seria de maneira errada? A pergunta certa é se há inclusão, ou não há inclusão. E qual a diferença? Ao incluir, a sociedade agrega, soma e se torna igual. Ao não incluir, ela exclui e favorece as diferenças.