Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 18/03/2019
Somos todos diferentes
Um assunto pouco tratado nos dias de hoje são os desafios da inclusão das pessoas que tem autismo no Brasil. As pessoas têm medo daquilo que consideram diferente, e é um reflexo natural ignorar ou afastar aquilo que temem. Nenhum autista é igual ao outro, assim como nenhuma pessoa “normal” é igual a outra. Existem vários graus de autismo.
O número de autistas no Brasil é alto, quase 2 milhões de autistas, mas e aqueles que não foram incluídos nesse número; aqueles que não receberam um diagnóstico por vergonha ou ignorância dos pais, ou que sequer sabiam que o autismo existia, ou que não foram atrás de um diagnóstico.
O problema é que nem todo mundo tem acesso a um diagnóstico e mesmo sendo diagnosticado, não é incluído de forma correta e eficaz nas escolas, nos locais de trabalho. A verdade é esta: colocar um autista em meio a uma sala de aula sem a ajuda e apoio necessário não é incluir; muito menos colocá-lo em um colégio com vários alunos, mas com um professor particular e sem interação com os outros alunos sendo estimulada, assim como empregar um autista e não dar o apoio de que necessita também não é integrá-lo.
Por isso, de acordo com o que foi dito anteriormente, o ministério da educação deve criar leis para fazer com que as escolas integrem corretamente os alunos autistas a fim de melhorar seu convívio social, além de conscientizar os alunos de todas as escolas sobre o autismo através da inserção desse assunto na matéria de ética ou seus semelhantes. O ministério da saúde em parceria com a mídia tem que criar campanhas mais eficientes de conscientização sobre o autismo e divulgar em televisões, na internet e em jornais essas campanhas. Eles são diferentes, mas nenhuma pessoa é igual a outra, todas tem suas diferenças.