Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 17/01/2019
É de anuência que a datar do iluminismo,compreende-se que um corpo social só progride quando um cidadão mobiliza-se com a mazela do indivíduo circunjacente.Entretanto, quando se observa os desafios de inclusão de pessoas com autismo no Brasil, verifica-se que esse modulo iluminista e constato na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente na realidade do país.Isso deve ser enfrentado, uma vez que, diariamente cidadãos são vitimas desta questão.Nesse sentido dois aspectos fazem-se relevantes: A objetificação do civil autista e as consequências dessa lamentável amofinação.
Em conformidade com Newton,“Um corpo tende a permanecer em seu estado até que uma força atue sobre ele”.Tomando como norte a máxima do autor, a aplicação de força suficiente contra o menosprezo ao individuo autista, que evidencia-se como primordial fomentador dessa problemática, é imprescindível e é um caminho para combatê-lo.Tal fato se reflete, nas práticas de amofinação social por parte de alguns civis, o que afeta na socialização do sujeito autista, sentimento esse que reflete até em algumas escolas. Exemplo disso, foi o que ocorreu em um colégio na cidade de Imperatriz-Ma, onde uma mãe de uma criança com autismo resolveu matricular o filho em uma determinada escola particular, mas ao falar para a diretora da instituição seu filho era portador da deficiência intelectual,a diretora se recusou a aceitar, por conta do trabalho especializado que o centro educacional teria que prestar com a contratação de um cuidador que auxilia-se durante ás aulas, por conta disso a escola se negou a realizar a matricula,mesmo sendo comprovadamente por lei que as escolas tem que oferecer essa especificidade. A ocorrência desses exemplos causa profunda tristeza nos acometidos.
Parafraseando a literatura machadiana,“é possível analisar a problemática na esfera social , ao avaliar os aspectos da natureza é ética humana”. A comunidade autista, os pais , responsáveis e familiares são afligidos por um constante e quase intolerável fardo da objetificação dos sujeitos portadores da deficiência, por terem que lidar e administrar as consequências as quais são acometidos por falta de altruísmo de outros civis egoístas.Podemos destacar as poucas políticas públicas visando os portadores do autismo , a falta de estimulo social e político para que se estabeleça profissionais de qualidade e dotados de conhecimento técnico-cientifico para lidarem com as pessoas do gênero.
Convém ao ministério público, juntamente com os estados da república federativa, mediante a ação de assistentes sociais de instruírem os civis menos privilegiados, propor ao corpo social um maior educação cidadã por meio de palestras ministradas por especialista(como mestes e doutores em sociologia funcionalista) direcionando os discursos a inclusão essencial das pessoas autistas.