Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 30/10/2018

O autismo é uma síndrome que influencia e afeta a comunicação e o comportamento do ser. Esse transtorno implica dificuldades ao paciente, tanto no raciocínio, quanto na fala, fazendo-o ficar mais a margem da sociedade. Dessa forma, a inserção do autista no corpo social e educacional é necessária./

Em primeiro ponto, através da educação, constrói-se o intelecto pessoal, para que haja relações interpessoais. E, o autista por ter dificuldades racionais acaba por ser excluído de algumas camadas sociais. Por exemplo, além do preconceito sofrido, os autistas não têm um sistema educacional bem trabalhado em seu favor, como na maioria das escolas, em que eles não têm um acompanhamento psicológico, tampouco o respeito ideal. Portanto, sua inserção nos meios é dificultada./

Ademais, com o despreparo educacional que acomete esses pacientes, sua inclusão no corpo social torna-se difícil. Com sua dificuldade no domínio da linguagem, a limitação de contatos interpessoais fica evidente, fazendo com que sua síndrome permaneça sem um meio de combate efetivo. Assim, certas limitações que os autistas sofrem, corroboram com o prosseguimento desse mal que os afeta./

Dessarte, com essa exclusão social e educacional que os autistas sofrem, é necessário mudanças para que haja a inclusão. Primeiramente, os Governos Estaduais devem financiar uma maior contratação de psicólogos para as escolas, por meio de uma redistribuição de gastos educacionais, para que os pacientes dessa síndrome sejam bem acompanhados, a fim de haver um melhor avanço em seu intelecto. Além disso, o corpo social em geral deve instigar interações, com diálogos e atividades físicas, para que os autistas possam ter mais um fator de desenvolvimento intelectual. Por fim, com esses fatores, a inserção deles no âmbito educacional e social será mais eficaz.