Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 12/03/2019

A constituição brasileira de 1988 garante a todos o direito à igualdade, respeito a todos os cidadãos.No século XXI, muito se fala sobre a inclusão de autistas no meio social.Entretanto, devido a falta de estrutura, auxílio profissional desde a infância e o preconceito isso tem tornado -se um desafio.

O sociólogo francês Émile Durkheim compara a sociedade a um ser vivo por ser, assim como esse, composta por partes que interagem entre si. Assim, para que a sociedade seja igualitária e coesa é necessário que todos os direitos do cidadão sejam garantidos.Todavia, isso não acontece na prática uma vez que os autistas, muitas vezes, não recebem um tratamento adequado na sociedade devido as suas dificuldades de comunicação esses podem ser excluídos do mercado de trabalho, ambiente escolar. Isso acontece, pois nos primeiros anos da infância ão lhes oferecido  um tratamento com  terapias comportamentais,apoio de profissionais capacitados que incentivem esse grupo de indivíduos a se integrarem nos grupos sociais.

Segundo filósofo ateniense Sócrates a falta de conhecimento do homem o leva ao estado de ignorância. Dessa forma, muitas pessoas por não conhecerem mais sobre o autismo acabem tratando as pessoas com essa condição de forma preconceituosa, dificultando ainda mais o convívio desses no locais de trabalho,escolas,áreas de lazer. Além disso, existe a questão do Darwinismo social, ideal que centra-se na ideia de que há indivíduos superiores em relação aos outros. Com isso, algumas pessoas, ao que parece, tratam os outros com violência física, psicológica apenas parem sentirem-se melhores.

Portanto cabe ao Ministério da educação oferecer palestras nas escolas, ambientes de trabalho, ministradas por servidores especializados,a respeito do autismo e da importância do respeito as diferenças com objetivo de criar senso ético e moral nas pessoas. E que a partir do conhecimento possam se relacionar com aqueles que possuem autismo de forma saudável. Ademais, é dever do Ministério Público Federal (MPF) disponibilizar ouvidorias de denúncia com o fito de que as pessoas pessoas possam relatar qualquer tipo de preconceito de maneira que, seja possível abrir processos de investigação para que esses agressores sejam punidos tomando com embasamento as leis.Por fim, o Governal Federal  em parceria com as Organizações não governamentais devem oferecer desde a infância tratamento gratuito aos atingidos pela síndrome para que seja facilitado o processo desenvolvimento da comunicação  e das relações interpessoais desses indivíduos.