Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 30/08/2018
Consoante ao poeta Cazuza,“Eu vejo o futuro repetir o passado”,os desafios da inclusão de pessoas com autismo,no Brasil,não é um problema hodierno. Holocausto brasileiro,aconteceu em Barbacena,Minas gerais,no início do século XX, onde milhares de pessoas foram humilhadas,mortas e julgadas por não encaixarem nos padrão da sociedade,Isso significa que, de fato,a exclusão dos indesejáveis.No entanto,a problemática persiste intrinsecamente ligada a realidade do país,seja por preconceito enraizado na sociedade,ou mesmo por falta de investimento em tratamento e diagnostico da doença.
Extraordinário, filme produzido em 2017, onde Auggie Pullman é um garoto que nasceu com uma deformidade facial,aos 10 anos, ele irá frequentar uma escola regular, como qualquer outra criança,em uma realidade tão complexa, rodeada por todo tipo de preconceito. Destarte,mesmo a constituição de 1988 visando que todos somos iguais perante a lei,a sociedade esteja repleta de desigualdade e discriminação entre indivíduos com transtorno do espectro autista, que encontra empecilhos desde a infância a fase adulta, contudo dificultando sua inclusão em âmbito social.
Outrossim,destaca-se a falta de políticas públicas voltadas ao tratamento da enfermidade como impulsionador do problema.Segundo Michael de Montaigue,“a mais honrosa das ocupações é servir o público e ser útil as pessoas”.Ademais, é notório que atuação produtiva a sociedade encontra distante no país, haja vista a dificuldades de famílias de incluir seu filhos em escolar ou mesmo no mercado de trabalho que julgam os que são “diferentes” aos que em regra,vê-se como “normal”,
Portanto,indubitavelmente,medidas são necessárias para a resolução desse impasse.O governo deve buscar investimento em tratamento e pesquisas em laboratórios especializados em busca de melhorar a vida dessas referidas pessoas.A mídia deve instituir campanhas publicitarias em canais,Banners, a fim de proporcionar conhecimento sobre o mesmo e só assim não repetir o passado e fazer um mundo mais igualitário.