Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 27/08/2018
Ainda nos dias de hoje, o diagnóstico é impreciso, e nem mesmo um exame genético é capaz de afirmar com precisão a incidência da síndrome. O autismo é uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação, além de influenciar também no comportamento do indivíduo. Portanto, é uma doença que altera o comportamento das pessoas e dificulta sua comunicação, fazendo com que essas pessoas sofram a discriminação da sociedade por apresentar comportamentos diferentes. Contudo, a inclusão dos mesmos é dificultada perante a síndrome.
O autismo atinge quase 2 milhões de pessoas brasileiras. Segundo a ONU, em crianças o autismo é mais comum que o câncer, aids e diabetes. É visível que o autismo está presente em pessoas mais frágeis, como as crianças, pois, o autismo é um problema genético que pode ser espontâneo ou herdado, afetando os primeiros anos de vida. Sendo assim, é algo inevitável, pois a combinação de genes é natural, mas possui tratamento.
Além disso, independente da situação a ser examinada (educação, saúde, lazer, trabalho…), quando se trata de uma pessoa com autismo, a sociedade automaticamente tende a lançar um olhar questionador e dotado de julgamentos. Sendo assim, em toda sociedade brasileira terá julgamentos de pessoas, se não enquadrarem no perfil imposto pela sociedade. Porém, esse preconceito imposto pela sociedade dificulta cada vez mais a comunicação das pessoas, afetadas pelo síndrome, pois já possuem as suas diferenças, e se sentindo rejeitadas tende a agravar.
Em suma, é necessário que o Governo Federal juntamente com o Ministério da Saúde e Educação agem para reverter esse quadro, como disponibilizar psicólogos e fonoaudiólogos para ficarem nas escolas, para conversar com crianças que apresentam a síndrome, com isso essas crianças irá se sentiriam acolhidas com a ajuda de profissionais, com isso teriam uma evolução considerável, para que sua inclusão na sociedade seja melhorada.