Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 07/08/2018
A inclusão social de pessoas com autismo
Autismo é um transtorno que pouco se sabe sobre ele, pouco foi estudado e ainda não existe cura, porém existem tratamentos que se feitos precocemente, podem reduzir os sintomas e por isso é importante conhecer os sintomas do autismo, para quando desconfiado, saber o que se deve fazer.
Estudos feitos mostram que o transtorno no sexo masculino é até quatro vezes mais frequente que no sexo feminino, por fatores genéticos, que influenciam no aparecimento da síndrome. Porém, não são só fatores genéticos que colaboram para o aparecimento da síndrome, existem também, fatores ambientais, que afetam diretamente as grávidas como o contato com a poluição que não deve acontecer. Outro fator, que pode favorecer para o aparecimento do transtorno é a rubéola, que deve ser feita uma vacina contra, antes ou durante a gravidez.
A inclusão de casos mais complexos de autismo, ainda não está como deveria, já que exige um atendimento especial e cuidadoso. Mesmo havendo certas leis que exigem a inclusão generalizada, pessoas diagnosticadas com um grau alto de autismo enfrentam dificuldades em se incluir em determinados lugares na sociedade, dependendo da experiência vivida pode até desistir de ir atrás de seus objetivos.
Esse transtorno é estudado diariamente e mostra que, se tratado cedo, a criança pode ter uma vida praticamente normal em relação aos que não possui o transtorno, podendo até, algumas, desenvolverem ou descobrirem talentos ao longo de suas vidas. Dependendo do talento, a pessoa pode ser considerada um gênio, e o transtorno passa a se chamar Síndrome de Savant.
Há também, a Síndrome de Asperger, considerado um autismo leviano, na qual as pessoas que a possuem podem levar uma vida independente e normal.
Ainda há muito o que estudar sobre, como tratamentos mais eficientes, prevenções, como a genética age sobre uma família em que o transtorno já esteve presente em mais de um membro e como as pessoas que não possuem a síndrome podem lidar com quem possui. São assuntos e temas que, com certeza vão ser estudado e por enquanto, devemos saber que base para lidar com isso, é o respeito, a conscientização das pessoas através das mídias, por exemplo e a inclusão no mercado de trabalho e escolas.