Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/08/2018

A falta de conhecimento sobre o Transtorno de Espectro do Autismo                                  No início da década de 90 o autismo ingressou como doença na classificação feita pela OMS. O motivo de ser tão recente é a falta de informação reunida sobre tal doença, pois mesmo com uma medicina e ciência tão avançadas é difícil de realizar diagnóstico.                                                                   Apesar da falta de conhecimento, um pouco do que se sabe sobre o autismo é que ele é uma síndrome que prejudica os indivíduos nos fatores comportamental e de comunicação. A ONU realizou uma pesquisa, na qual exibe o resultado de que aproximadamente 70 milhões de indivíduos apresentam os espectro do autismo.                                                                                                                  Nos últimos anos esta síndrome acarretou diversos debates sobre a inclusão de pessoas portadoras dessa deficiência. Como os indivíduos apresentam dificuldade de socialização, torna-se ainda mais complexos a inserção deles nos meios da comunidade. A ONU, em uma tentativa de divulgação sobre a doença, estabeleceu o dia 2 de abril, como o dia mundial da conscientização do autismo.                         Em 2012, o governo criou a Lei 12.764 com o intuito de colaborar com as pessoas com essa deficiência, já que a lei estabeleceu que haja um desenvolvimento do atendimento público para com esses indivíduos; que a população crie formas de atender e inclui-los na sociedade; atenção especial as necessidades de saúde das pessoas com tal transtorno.                                                                           Entretanto, apesar das tentativas governamentais e institucionais de criar uma maior rede de informação sobre esse assunto, falta estímulos e conhecimentos para a população, que ainda desconhece ou pouco sabe sobre esta questão.                                                                                              Para que haja uma maior inclusão social das pessoas que possuem esse transtorno do espectro autista, é necessário investimentos em pesquisas clínicas para que possa haver um diagnóstico mais rápido e eficaz, para que haja a possibilidade de cura ou melhoria de tratamento. Mas não basta apenas o governo investir, se não houver uma divulgação e conscientização da sociedade. Uma possibilidade para que haja maio discernimento é as escolas informar os alunos por meio de palestras e cartazes e ensina-los desde cedo sobre o transtorno e inclusão social.