Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 24/07/2018
Empatia humanitária
A inclusão de pessoas com necessidades especiais está presente há um tempo nas discussões sobre os problemas mais graves que afetam o Brasil, e dentro desse assunto, destaca-se o desafio enfrentado pelos autistas no país. Ademais, predominam convicções errôneas sobre o tema: que o empasse deve ser enfrentado exclusivamente pelo poder público e que sua superação envolve muitos recursos e esforços notáveis.
Diante desses problemas, embora seja possível responsabilizar o Estado por não promover políticas de inserção das pessoas com autismo no sociedade, os cidadãos devem, também, se sensibilizar. Seguindo o conceito de cidadania, dado por Sócrates, em que o homem deve viver em conjunto, seguindo regras sociais, medidas empáticas de caráter individual, além de favorecer a posição do deficiente, fazem parte do dever do brasileiro.
Outrossim, para ser possível ilustrar as atitudes que devem ser tomadas por nós, o Dia Nacional de Conscientização do Autismo foi criado, por lei, fazendo o problema ser mais visível, tornando-o, desse modo, de mais fácil reparação. Decerto, ao contrário do que muitos pensam, tal dificuldade de inclusão é um problema que não envolve grandes artifícios para serem resolvidos, assim como outros problemas sociais, isto é, apenas com determinadas medidas dará-se-á a inclusão de cerca de 2 milhões de crianças com autismo - de acordo com a ONU.
Portanto, conforme indicado, medidas devem ser tomadas para reduzir os desafios para a inclusão de autistas na sociedade. O Ministério da Educação deve produzir palestras públicas, de cunho informativo, nos ginásios escolares para os indivíduos conhecerem a condição e se sensibilizarem, buscando incluir os autistas. Assim como as Prefeituras Municipais devem promover encontros, entre os habitantes, para que o deficiente se integre na sociedade por meio de situações acolhedoras e felizes. Somente assim, os desafios da inclusão de autistas cessarão.