Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 29/07/2018
No filme Querido John inspirado na obra de Nicholas Sparks, o autismo e um tema abordado no romance. O filme retrata a realidade de um adulto, o pai do protagonista, e uma criança, ambos sofrem com o transtorno de espectro autista. Atualmente, os principais desafios para a inclusão de indivíduos com autismo na sociedade brasileira e o preconceito e a falta de auxilio e equipamentos
O preconceito com os portadores de autismo, normalmente, esta associado com o desconhecimento da sociedade sobre a síndrome. A exemplo do filme ja citado, o pai um senhor ja de idade tem a sua rotina incessante, que ao quebra-la e possível visualizar as principais características do autismo ja agravado, como agressividade, exclusão, retração, ansiedade, ou seja, que não e descoberto desde criança e nem tratado com profissionais especializados. No entanto, ainda nos dias de hoje, o diagnostico e impreciso, e nem mesmo um exame genético e capaz de afirmar com precisão a incidência da síndrome. Infelizmente, o autismo atinge quase 2 milhões de brasileiros, e o preconceito com esses indivíduos se manifesta com desconhecimento de como se portar diante do transtorno.
O autismo e uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação, alem de influenciar também no comportamento do indivíduo. No filme mostra a relação difícil do pai autista com o filho que desconhece a síndrome, uma relação de poucas palavras e falta de intimidade, pois normalmente indivíduos com transtorno de espectro autista vive em um mundo para si, onde existe rotinas massacrantes e dificuldade de se relacionar por causa que afeta a comunicação. Contudo, ao diagnosticar o transtorno com poucos anos de idade e com profissionais especializados a facilidade de comunicação e comportamento do indivíduo e amenizada conseguindo assim, ter uma vida normal, com relacionamentos e convívio social igual a indivíduos que não portam a síndrome.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Para isso e necessário que a imprensa em parceria com Ongs que conhecem a síndrome divulguem sobre o transtorno de espectro autista para a população por meio de propagandas televisivas e campanhas que auxiliam no conhecimento da sociedade e exemplifique como abordar os autistas de maneira correta para uma boa inclusão desses indivíduos na sociedade. Outrossim, o Poder Legislativo crie a lei para que no inicio do ensino de crianças ate dois anos,em que o autismo deve ser diagnosticado, tenha obrigatoriamente na sala de aula profissionais especializados em autismo, como psicólogos e psiquiatras, para identificar as características e, assim promover uma eficiente terapia comportamental, com equipamentos e suportes para esse indivíduos.