Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 25/06/2018
Com o passar dos anos, várias novas doenças estão sendo descobertas, das quais algumas passaram despercebidas há muito pela medicina, outras por consequências de guerras ou até mesmo causadas por mutações genéticas devido ao grande número de fecundação miscigenada. Por isso, a sociedade tem de se adequar à inclusão destes indivíduos ao meio, que por falta de informação ou despreparo acabam deixando-os arredios por algumas vezes, como por exemplo, acontece com os autistas.
Por ser uma síndrome nova, tanto na área da saúde quanto às pessoas, inclusa no Código Internacional de Doenças - CID no inicio da década de noventa, pouco se sabe sobre ela. Porém, o desafio maior é a convivência desses portadores no âmbito social, pois em consequência do grau da doença e de alguns sintomas, o autista procura ficar sozinho, quieto, ser uma pessoa de poucas palavras, gerando um grandioso problema quando se é criança e começa a frequentar a escola, enquanto os outros coleguinhas interagem com o resto da turma ela fica ali isolada em seu mundinho paralelo, abrindo portas para um outro problema que é o bullying.
Por outro lado, existem locais especializados para atender esses tipos de pessoas, em alguns lugares do país já há escolas adequadas a atenderem crianças e jovens com autismo. Porém, isso é uma realidade, praticamente, apenas frequente nos grandes centos urbanos e em algumas regiões metropolitanas, deixando de lado os municípios mais longínquos.
Logo, é preciso criar mais programas de políticas públicas de inclusão social, onde irá adequar mais escolas e capacitar alguns profissionais de educação, local que se tem mais índice de desigualdade, incluir o psicólogo no quadro de agentes comunitários para informar às famílias e sensibilizá-las sobre os autistas e também utilizar-se dos meios de comunicação, seja a TV aberta, redes sociais e disseminar a mensagem no Brasil sobre a inclusão de todo brasileiro no âmbito de convivência social.