Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 24/06/2018
Na Grécia antiga na cidade de Esparta crianças que nasciam com deficiências físicas eram retiradas dos pais depois do nascimento e jogadas em calabouços pois, essas eram vistas como incapazes de realizarem atividades militares,da mesma forma, em Atenas devido a influência de Aristóteles deficientes eram tratados como iguais no grupo civil. Nos últimos tempos no Brasil, é crescente o preconceito contra pessoas com autismo e com esse a redução de locais seguros para o deslocamento e o lazer de seus portadores da mesma forma, por resultado da falta de investimento em infraestrutura possui a desigualdade social no meio escolar e urbano em virtude a falha e a falta de diagnósticos, à vista disso será necessário um maior investimento em diálogo e em estrutura de qualidade.
Indubitavelmente, é visível a redução na expectativa de vida no Brasil,haja vista, a intolerância imposta por muitos indivíduos da sociedade. Segundo dados oferecidos pela revista autismo, na nação brasileira a síndrome atinge cerca de dois milhões de pessoas e no mundo esse número resulta em mais de setenta mil da população total ,dessa forma, é perceptível que esses passem a não ter os direitos iguais impostos pela Constituição Federal uma vez que, ainda possui o preconceito na sociedade que passa a praticar possíveis ataques físicos, sexuais e verbais. Assim, à ocorrência da redução de lugares seguros para o lazer e a comunicação de autistas com o corpo social. Além disso, a falta de médicos e professores capacitados para o diagnóstico e a alfabetização de pessoas com o autismo propicia um aumento gradativo na desigualdade tanto no tratamento quanto em vestibulares ,visto que, o diagnóstico tardio faz com que a pessoa não possa concorrer com outros adversários em busca de cursos concorridos para a vida acadêmica.
Em conformidade com o grande filósofo, Willian James, o ser humano pode mudar sua vida transformando sua atitude mental. Eventualmente, muitos problemas impedem o fim do desequilíbrio social contra o autista. Em virtude, ao pouco investimento por parte dos representantes públicos em segurança, em profissionais capacitados para atender cidadão que possuam a síndrome e em conscientização será evidente o crescimento na taxa de mortalidade juvenil e infantil.
Nesse sentido é condição fundamental que o Ministério da educação passe a investir parte dos impostos recolhidos da população em profissionais especializados na alfabetização e em palestras ministradas por médicos especializados no atendimento de pessoas com o autismo direcionadas para o meio social visando a redução do preconceito, a importância da inclusão e o diagnóstico. Assim, ocorrerá a redução das agressões e proporcionará a diminuição da intolerância,dessa forma, haverá o aumento da interação desse com a sociedade e a elevação da na igualdade como imposta por Aristóteles.