Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 24/06/2018
O Transtorno do Espectro Autista, conforme o site UOL, reúne diferentes síndromes e é frisado por pertubações do desenvolvimento neurológico, com três características comuns que podem se manifestar juntas ou separadamente, sendo elas: dificuldade no domínio da linguagem, o uso da imaginação e dificuldade em se socializar. Contudo, são na escola que estas conturbações devem ser percebidas, e também devem ser levadas à destaque, por ser a principal fase da diminuição de manifestações ao longo de sua vida. A interação entre escola e aluno Autista, é essencial para a descoberta de seu papel e de sua capacidade perante a sociedade brasileira.
De acordo com a Lei Nº 12.764, é integral a atenção à saúde do autista, com a finalidade de atendimento profissional e também direito a fornecimento de medicamentos e nutrientes. Também está presente o estímulo da inserção do Autista no mercado de trabalho, juntamente com muitas outras diretrizes. A impulsão de crianças com transtorno de espectro autista é relativamente baixo quando comparada a muitos outros países. A capacitação de profissionais que saibam lidar com essa natureza de transtornos, não está presente na maioria das formações profissionais envolvidas a educação, levando os educadores a pensar que o afastamento do autista é algo normal e que ele vive " em seu próprio mundo", provocando uma maior distanciação da criança do meio social.
É constante as limitações feitas à autistas, como rótulos de incapacidade, por terem uma linha de raciocínio que necessite um determinado período a mais de tempo. O preconceito se diz presente também quando relacionado ao afeto, é determinado que autistas não gostam de abraço ou carícias, sendo que depende da hipersensibilidade de casa indivíduo, ou pela não troca de olhares, que muitos autistas não costumam ter. Aplica-se também o estereótipo de “maluco” por suas falas ou ações repetitivas, ao “toque” criado com sua rotina e com suas coisas em ordem, suas vestimentas e até mesmo sua forma de ser, não respeitando as diferenças e direitos de cada indivíduo, fazendo com que assim este se sinta menosprezado e inapto.
Entretanto, soluções seriam mais eficientes quando fossem observadas as circunstâncias que mais chamassem a atenção dos autistas, como a criação de eventos artísticos, por terem bons resultados nesses aspectos, podendo assim lhe promover a convocação do meio social e maior interação entre aluno e professor, ampliando os horizontes em ambos indivíduos. A aplicação de novos cursos ou profissionalizações de orientadores na área da educação também se torna um quesito indispensável, o saber reconhecer e lidar com síndromes de espectro autista logo no começo da vivência, para prosperar seus avanços e cada vez mais ajudar outros cidadães que irão surgir.