Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 25/06/2018

Desafios  enfrentados   pelos  autistas   brasileiros

O  autismo,  também  conhecido como Transtornos  do  Espectro  Autista (TEA),  é  um  problema  psiquiátrico  que  afeta  a  comunicação,  a  capacidade  de aprendizado  e  adaptação da  pessoa. Segundo  a  Organização  Mundial  da  Saúde,  cerca de  dois milhões  de pessoas  no  Brasil  são  autistas.  Apesar  dessa  síndrome  ter  um  número  relativamente alto  de incidência,  ainda há  inúmeros  empecilhos  na  inclusão  dessas  pessoas,  entre  elas  se  destaca  o  preconceito  e  a  falta  de  auxílio  na  educação.

Em  primeira  instância,  é  importante  ressaltar  que  o preconceito  e  a  sua forma  de exclusão  estejam  entre  as  causas  do  problema. Conforme  Albert  Einstein,  é  mais  fácil  desintegrar  um átomo  do que  um preconceito  enraizado. Essa  intolerância  se  dá  pelo  alto  nível  de  desinformação  das   pessoas,  visto  que , ainda  existe  o  senso  comum  de  que todos  os  autistas  possuem  os  mesmos  sintomas e  modo  de  agir igual.

Outrossim, as  crianças que  possuem  essa  síndrome passam  por  diversas  dificuldades  no  período  escolar,  em  razão  da  falta  de  recursos  e  de  profissionais  qualificados  para  a  integração  desses  menores  na  escola.  Dessa  maneira,  muitas  escolas  por  se  sentirem  despreparadas  para  as  demandas  de  uma  criança  ou  adolescente  autista  descumprem as  leis,  não  fornecendo  vaga  escolar.

Portanto,   medidas  são  necessárias para  resolver  o  impasse  dos  desafios  da  inclusão  de  autistas no  Brasil.  Desse  modo,  é  imprescindível  que o  Ministério da Saúde juntamente com  o apoio  da  Mídia  para   a divulgação,   promova    campanhas    socioeducativas    para   instruir    a  população  sobre  o que é  esse  transtorno,  além   de   explicar  seus  diferentes  estágios.  O  Ministério  da  Educação em  parceria   com   o   Governo  Federal  devem   investir  na  qualificação  de  profissionais  da educação  para  que    os menores    que  possuem    essa     síndrome   recebam  o  tratamento  e  a   atenção  necessária.