Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 23/06/2018

O portador

Deve ressaltar-se que não é uma síndrome que afeta apenas o portador mais, a família em geral alem de uma visão limitada da sociedade sobre o assunto isso inclui disgnósticos tardio, o que afeto e muito o tratamento do paciente autista.

Estudos revelam que meninos são mais propícios a serem portadores da síndrome sem distinção de classe social ou etnia. O resultado de um disgnósticos rápido pode influenciar na qualidade de vida do portador, já que esse passa por etapas, de graus mais leves até os mais severos como retardo mental.

Avaliando alguns casos, especialistas  pode concluir, que a convivência no meio familiar e social é de total importância,para que portadores da síndrome possa ter uma qualidade de vida melhor.

Podemos concluir que se uma avaliação precisa, e tratamentos adequados pode e deve ser te grande relevância para o paciente, gerando assim uma um desenvolvimento na qualidade de vida social e familiar.

As limitações que o distúrbio provoca deve, ser respeitado, em vários aspecto, até porque uma paciente com a síndrome pode apresentar avanço significativo em área especificadas, como linguagem ou matemática. portando isso não deve ser ignorado e tratado como descaso, e sim com tratamento especializado priorizado no caso de cada paciente principalmente pelo sistema único de saúde.

Diante dos fatos, concluir-se que criar técnicas de meios de comunicação com os autistas seja nas escolas ou no convívio familiar é um tratamento de progresso para o autista.

Conclui-se, que para tudo isso tenha exito, deve se criar um grupo especializado com equilíbrio familiar e educacional, sendo isso feito pelo sistema governamental, com especialistas que passem orientações para familiares e o sistema educacional onde o autista está inserido e esse possa ser respeitado por sua limitação dentro da sociedade.