Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 22/06/2018

É inegável que no Brasil, pessoas portadoras de doenças que afetam o comportamento sofram, em grande escala, diversos tipos de preconceitos e sejam diariamente discriminadas perante uma sociedade com déficit de educação. Levando então a opiniões não fundamentadas e de senso comum que faltam com respeito aos que são vistos como “diferentes”.

Sendo lastimável que a falta de informação dificulte a inserção de portadores de autismo nas relações sociais, tendo em vista que são um grande número, cerca de 2 milhões de brasileiros. Além da não inclusão, estes também são muito prejudicados quanto aos tratamentos e diagnósticos obtidos pelo sistema brasileiro de saúde pública. Não tendo assim, a assistência e o apoio necessários.

Para a questão da negligencia, o Ministério da Saúde deve desenvolver programas que auxiliem autistas no que for necessário, tanto psicologicamente quanto em vias financeiras, e ainda providenciar a contratação de mais médicos especializados para que possam haver mais diagnósticos e tratamentos adequados. Já ao Ministério da Educação cabe a introdução do assunto nas escolas, trazendo aos jovens informações e esclarecimentos sobre, com intuito de corrigir as injustiças sociais. A educação é a forma mais eficaz de tratar preconceitos, e mudar estereótipos negativos, pois como disse o grande filósofo Epicteto “Só a educação liberta” e é através dela que libertaremos a sociedade de tamanha falta de esclarecimento.