Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 04/06/2018

O autismo é um transtorno comportamental que atinge cerca de 150 mil nascidos por ano, conforme o site da ‘‘Universidade Universus Veritas’’.Apesar da ampla taxa de afetados por esse distúrbio anualmente, pouco se comenta sobre tal disfunção e como lidar com pessoas que nasceram com essa enfermidade.Consequentemente, a sociedade propende a lidar negativamente com as diferenças, ocasionando em intensos e frequentes preconceitos.

Em Esparta, recém-nascidos considerados diferentes dos demais eram executados sobre o ideal de que os mesmos seriam incapazes de participar das guerras, um dos meios de desenvolvimento territorial e econômico da época daquela cidade-estado. Portanto, é lúcido notar que problemáticas relacionadas à inclusão social existiam desde a Idade Antiga e ainda persiste na Idade Contemporânea.

Hodiernamente, a ciência comprova que o autismo mesmo sendo um transtorno, não significa inferioridade do enfermiço.Haja vista o grande jogador argentino de futebol Lionel Messi, que possui Síndrome de Asperger, um dos tipos de autismo na qual o afetado dispõe de uma capacidade intelectual acima da média.Em vista disso, percebe-se que a sociedade desconhece sobre o problema e muitas vezes os agressores surgem ainda na infância pela ignorância na educação dos pais/responsáveis acerca dessa disfunção que atingem milhões de brasileiros.

Em suma, é perceptível que portadores de autismo são pessoas que podem prosperar e também devem ser devidamente respeitadas.Logo, o investimento estatal em publicidade relativa à propagação do que são os Transtornos do Espectro Autista é fudamental para a disseminação do conhecimento sobre o assunto.Ademais, o ensinamento em sala de aula do que é esse distúrbio e como lidar com pessoas que o apresentam, é importante para cessar tal adversidade desde cedo para as futuras gerações.